Páginas

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

Desejo de amar II












 



O desejo de amar que me alucina
Como Sincronia das aves de arribação
No corpo emoção e desejos tudo se aglutina  
Olhos nos olhos, cena muda pura paixão

Equilibrar na balança da emoção.
No instante que lá fora nada interessa
Na busca do limite, a aproximação
Passos rítmicos na vida que se apressa.

Ardente na vontade do corpo que deseja
Desejos tontos momentos de volúpia
Parada, estática entrega o que se almeja

O desejo de amar no medo de sofrer
Corpos desejosos reprimidos na angustia
Viver na euforia na loucura do querer 





O sol levantou mais cedo e cegou
O medo nos olhos de quem foi ver
Tanta luz. (Beto Guedes)

Uma reedição do Recanto das Letras.
Toninhobira.
28/11/2010

9 comentários:

  1. A paixão reprimida dói no corpo e na alma, mas também nos proporciona momentos de sonhos inimagináveis... Se conseguirmos ludibriar a falta física, poderemos viver um mundo particular e todo nosso, chegando a alcançar o êxtase entre constelações celestiais... Belíssimo poema!!! Poeta, a ti sempre meus aplausos! Lhe deixo carinhos... Bjsss

    ResponderExcluir
  2. OI TONINHO, UM BOM DIA PARA VC LINDO POEMA, NESTE NATAL E NO PRÓXIMO ANO VC POSSA REALIZAR TUDO QUE VC ALMEJA, PAZ E SAÚDE O PRINCIPAL INGREDIENTE, PARA ALCANÇAR A FELICIDADE, UM ABRAÇO CARINHOSO CELINA.

    ResponderExcluir
  3. O soneto quando é belo ele me provoca um desejo de coparticipação, de tanto que envolve a emoção. Então a minha aqui vai ficar no aplauso efusivo, forte e encantado. Meu abraço. paz e bem.

    ResponderExcluir
  4. O amor verdadeiro náo tem medo...
    Beijo Lisette.

    ResponderExcluir
  5. Oi toninho bom dia dia, obrigada pela visita quanto ao comentário fiquei triste, não pensei em despertar em vc lembranças triste, pensei que toda criança e adulto não ficasse indeferente as festas natalinas, olha Toninho fui uma criança pobre,não tinha papae Noel, mais eu amava o Natal e o final do ano , não tinhamos a ceia e simm uma mesa repleta de bolos feitos pelas minhass tias, eu morava na capital mais passav as festas na casa da minha avó, sabe quais o divirtimenti? umas poucas barraquinhas no quadro da um pequeno,parque, onde a roda gigante só era no nome, e uma banda de música que vinha da capital para alegrar as noites, e quando voltavam para o o hotel vinha acompanhado de garotos, sabe a minha maior alegria era correr no carrocel, e as vezes vinha para tirar a cidadezinha do marasmo um circo mambembe. mais como eu era feliz, guardo bõas recordações daqueles tempo quanto a comida não fazis nem questão bastava uma cestinha enfeitada com papel de s~eda colorida, a meia noite tinha a missa do galo que era campal onde eu me erroscava e dormia cansada talvez devido o horario de dormir cedo. Amigo vc deve ter as suas razoes cada pessõa é um mundo aparte. um abraço carinhoso e alegria amigo pors vc mesmo e pora sua familia.

    ResponderExcluir
  6. Amigo peça ao sol para qdo ele levantar mais cedo dar uma chegadinha aqui para nos alegrar, desde segunda-feira que está chovendo.

    Obrigado pela sua companhia, seu carinho, estou bem melhor graças a Deus, e agora estou visitando meus amigos que tanto amo.

    um gde abraço.

    beijooo.

    ResponderExcluir
  7. Não se reprima, ame, ame e ame.
    Beijos e feliz Natal!

    ResponderExcluir
  8. Meu querido que lindeza de poema... como dói reprimir algo que a alma pede... adoreiii...
    Beijinhos...
    Valéria

    ResponderExcluir
  9. Um soneto muito envolvente e muito belo. Perdoe-me a ausência, mas tenho sentindo tanto cansaço em relação a internet, talvez por andar envolvida com a vida aqui fora (graças a Deus).

    Grande abraço.

    ResponderExcluir




Obrigado pela sua visita.
Alguma dificuldade ou desconforto neste blog como tamanho de fonte, dificuldade de comentar, links maliciosos etc favor comunicar para corrigir.
Caso não tenha um blog poderá comentar como anonimo e no fim colocar seu nome ou não para que possa agradecer.
Fique a vontade!
Meu abraço de paz e luz.