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quinta-feira, 11 de novembro de 2010

Seu Olhar

Olhos protetores.


Seu olhar que fulmina,
E sinto o chão se abrir
Mas vem logo e ilumina
As armas para fugir.








São estes olhos dóceis que me seguem
Como uma a Lua pela noite estrelada
Ah, estes olhos que vigiam pelas manhãs
Que me protegem na longa jornada
Que me acompanham e confortam

São olhos sagrados que me guiam
Ensinam-me os livres caminhos floridos
Assim como mãos divinas me abençoam
E sigo feliz com meus passos protegidos
São estes olhos meigos que me amam.

Vivo na sublime alegria destes lindos olhos
Pelas estradas que querem me levar
Com nuvens de pensamentos que enlevam
E mergulho fundo na ternura deste olhar
Que tantas emoções criam e encantam.

Cuida Senhor! Destes olhos protetores.
Faze com que se encham de alegria brilho
Que lagrimas nãos lhes façam sofredores
Dá-lhes a serenidade do divino suspiro
Do seu sagrado sopro na criação da vida.

Enamoro-me no olhar que inspira
Pela vida iluminada da poesia
Saber que no meu dia sempre brilha
Este olhar que é o meu sagrado guia.




 Credito imagem Windows Seven

Dedicada a todos que lançam os olhos bons sobre mim.
Assim como voce.


Toninhobira
08/11/2010.

domingo, 7 de novembro de 2010

Ciumes



imagem Google



Perdeu o sorriso.
Que lhe embeleza o rosto
Sentimento de vazio e desilusão.

Veio o gosto de fel na boca
O céu se fez negro sem estrelas
A Lua assustada se refugiou num canto
Apenas a Estrela Dalva com lagrimas nos olhos
Extasiada assistia o lamento

Vou rasgar todas suas fotos
Pisar no seu rosto e no fogo queimar
Destruirei todos os vasos
Que um dia plantou no meu jardim

Despetalarei todas as Margaridas
E deixarei apenas o Mal me Quer
Para saber de todas suas maldades

Unhas arrancarão você do pensamento
Revirar meu ser numa lavagem geral
Não deixar uma pequena marca de seu ser
Com álcool e soda cáustica lavarei o chão
Para que nada faça lembrar você

Nada de você ficará para recordar
Que um dia você me amou e crer
Que me faria viver um sono
E assim riscarei você do mapa astral

Num processo de desintegração
E quando nada mais restar deste amor
Todas suas lembranças de dissiparão
Vou lacrar meu coração sofredor
Para nunca mais no amar ter decepção.

Triimm, triimm. Triimm
Ufa, que sonho horrível.
Oh, meu amor, esqueça tudo!
Pois sou toda sua.


Exercício sobre uma mulher numa crise de ciúmes.

Toninhobira
30/11/2010