Naquela cadeira de palha
corroída,
revive as lembranças vivas
e ainda
aquecidas sob a arvore já retorcida,
ali lia romances da vida
não finda.
Mas o tempo processou só saudade,
numa pagina amarela
carrega dor,
alisa sua cadeira numa suavidade,
ao tempo que abre a página
da flor.
Lembrança como a flor veio
à mão,
de um jovem estudante da
capital,
na delicadeza flechou seu coração.
Mas como fumaça subiu na
espiral.
Sentada naquela cadeira a
viagem,
cerra os olhos numa vã expectativa.
Repassar tempos como na romagem.
Adormece com o livro sente-se
diva.
Toninho
13/04/2019
Sua visita é muito
importante. Grato.
Feliz semana.






