Outono de Odete
O oceano ondula obsessivamente,
Obscuro, ostenta ornatos opulentos.
O outono obscurece, opera o olvido,
Onde ondas oscilam, orbitam olhos.
Oh, ousadia! Onde ousam os olhares,
Os olhares oferecem oportunidades.
Obcecados, osculamos e orbitamos,
Oh, o ouvir ousadamente o oráculo.
O outono oscila, observa ornando,
Objetos opulentos, outros obsoletos
Os olhares onde ondulam o ocaso,
Ouvindo o oceano orquestralmente.
O otimismo operando omniponente,
Observa originalmente o obscuro,
Onde olha os olhos obcecadamente.
Olhar orvalhado Odete oculto osculo.
Toninho
08/01/2026
Grato pela leitura

Oi
ResponderExcluirToninho, maravilhosa tua poesia e não te intimidas ,seja qual a proposta. Consegues te inspirar sempre e o resultado nos encanta! E não é fácil poetar com sentido assim, usando uma só letra... Adorei! abração, chica
ResponderExcluirAmigo Toninho, bom dia de Paz!
ResponderExcluirMais um lindo poema alindando a letra O
Com dedicação, vamos valorizando cada letra do alfabeto.
"Os olhares oferecem oportunidades"
Tenha dias abençoados!
Abraços fraternos
Perfeito Toninho!
ResponderExcluirBoa criatividade 👏👏👏
Bom fim-de-semana 😘
Magnífica criatividade que originou este belo poema com a difícil vogal "o".
ResponderExcluirO fundo musical está em sintonia com o teu poema.
Beijinho e ótimo fim de semana com paz e saúde, Toninho.😘