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quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

Clausura



Ponteiros lentos na demora,
Morre o dia na eternidade.
Quanto custa esta liberdade,
Do pobre inocente que chora.

Quem vive num isolamento,
Que tanto dilacera o coração,
Sofre numa maldita reclusão,
Solidão plena em sofrimento.

Ainda recluso pela dislexia,
Persevera-se na inspiração,
Constrói versos faz poesia.

Quando vem o dia o clarão,
Range grades em melodia,
Sopra o poema na opressão.


Toninho
16/01/2014.

"Eu sou como a borboleta,
tudo que eu penso é liberdade,
não quero ser maltratado,
nem exportado deste meu chão"
                                                 Benito de Paula.

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Estive lendo uma postagem "Mulheres no seu tempo" e como ilustração um vídeo muito interessante História das Mulheres, que lhe convido a ler e assistir aqui: pensandoemfamilia . 
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