Vem
dela o desejo ardente de amar,
que
vivo no frenesi dos sentimentos,
é
a escultura em todos os elementos,
a
mulher que vaga pela beira mar.
Quisera
ela fosse apenas uma ilusão,
que
minha solidão cisma em recriar,
mas
este fogo que arde faz acelerar,
todo
o frisson do meu pobre coração.
No
afã na ilusão do abraço arrepio,
perco-me
nos pensamentos, é visão,
a
bela some nas aguas vem o vazio.
Evoco
à Iemanjá a sua compaixão,
leva-me
do peito este viver sombrio,
que
tanto me alucina esta aparição.
Toninho
04/02/2018
Inspiração para a imagem do projeto da professora Lourdes na sua 21ª edição, conheça e participe aqui: filosofandonavida
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