quarta-feira, 7 de novembro de 2012

Naquela manhã.
















 Um homem obcecado em observar a janela da amante.
Aos seus pés seu fiel cão indiferente olhava para o oposto,
Assim  pressentiu o que  dono jamais saberá.
Toninho.


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1) Foto inspiradora no blog mundodefrida, conheça pelo link.

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2) Uma série de postagem interessante no blog pensandoemfamilia, onde voce poderá conhecer gente que faz arte, toda segunda e quarta- feira. Confiram.  


domingo, 4 de novembro de 2012

Quando cai a tarde.




Foto Propria.














Quando os últimos raios beijam o dia,
Os pássaros retornam para as arvores,
Ouço seus cantos na mais fina sintonia,
Opõe-se a cidade com todos seus temores.

Vejo em cada voo o sincronismo perfeito,
Como se assim tivesse o plano definido,
No retorno ao aconchego do ninho leito.
E da janela contemplo a tudo embevecido.

Então ouço a primeira badalada do sino,
Que me comove no canto da Ave Maria.
É momento em que o fiel entoa este hino,
Como num agradecimento pela travessia.

Fecho os meus olhos neste alumbramento,
Em silencio entrego á Virgem meus desejos,
Nada mais além que o meu pensamento,
Ser digno da proteção, que sempre almejo.


Toninho.
28/10/2012. 
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Desejo esta proteção a todos meus amigos, 
para uma bela semana de paz e luz.

quinta-feira, 1 de novembro de 2012

Clarão da manhã.











Eu vi
 raios
 de Sol.

 Numa
Linda
Manhã.

Como
Arco
Iris,

Como
Noite
De luar.

Como
O por
Do Sol.

Neste
Brilho
Total,

Sobre
O mar
Azul.

Foi bem
Assim
Amor,

Assim
Quando
Te vi.

Toninho. 

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Mindim é nova estrutura criada pela poetisa Luna Di Primo.
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Inspirado no poema Clarão do poeta Daniel Garcia.

segunda-feira, 29 de outubro de 2012

Menino do mato.










Ai que saudade da menina nesta hora,
Perdido nas lembranças daquele lugar.
Lá repousam as saudades que agora,
Brotam no peito neste triste lembrar.
Daquele menino do mato a sonhar.

Ai que saudade de alecrim perfumada,
Daqueles cabelos negros encaracolados,
Quando ela passava alegre pela estrada,
Sob a vigília de meus olhos enamorados.

Ai que saudade eu tenho da casinha,
Com sua fumaça anunciando a hora.
Do fogão a lenha da simples cozinha,
Posso sentir o cheiro bom de outrora.

Ai que saudade de ouvir os pássaros,
Sinfonia matinal nas minhas manhãs,
Momentos do coração em desamparo,
Fecho os olhos e versos caem do divã.

Toninho.
25/10/2012
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