Convocatória escrevendo às quintas nesta semana sob inspiração da Campirela pede uma historia sobre a alegria também é uma decisão. Confira e participe, leia os amigos.
O dia ruim
perfeito
O dia começou péssimo. A meteorologia prometeu: "Céu limpo, sem chuva". Bernadete acreditou. Claro que acreditou. Levou chapéu, vestido leve e nada de sombrinha para chuva.
Em 10 minutos, o céu desabou. O ônibus passou lotado e a molhou mais ainda quando passou numa poça. Andou apressada pela calçada no seu salto alto. No celular viu que tinha uma mensagem do chefe: “Cadê você?".
Bernadete buscou abrigo num bar, para poder responder ao chefe e falar do temporal. O café que pediu, caiu no chão, a fatia pão com manteiga também foi ao chão com o lado da manteiga para baixo. Ela estava encharcada, o rímel borrado, olhou no pequeno espelho e se sentiu uma panda triste na chuva.
E aí ela começou a rir. Riu porque nada mais podia dar errado. Riu porque a previsão errou de novo e ela errou em acreditar. Riu porque, no fundo, estava a viver um dia gloriosamente desastroso.
Sorrindo disse para o dono do bar: "today I had a bad day", ele não entendeu nada, abanou a cabeça pensando ser uma maluca na chuva. Ela riu ainda mais alto.
Naquele momento, uma senhora, que estava junto ao balcão tomando café com bolo, vendo a situação de Bernadete, ofereceu um pedaço de bolo de milho. Segundo ela era para equilibrar o dia.
E ali, ensopada, comendo bolo compartilhado daquela velha senhora, toda equipada para a chuva, ela teve um acesso de alegria absurda. Então olhando para a senhora disse: “Olha se hoje está ruim, pelo menos está muito engraçado, me dê um abraço. ”
Bernadete
entendeu que este dia ruim, acabou virando a melhor história para ela contar à
sua família, quando retornasse à noite. Com tempo ruim também a gente dá
bom-dia e pode rir muito depois.
Toninho
22/09/2026
Grato
pela visita


Buenos días con alegría, y si llueve, nos mojamos y si se nos cae el café, alguien generoso nos dará de tus tazas a beber, y qué menos que un abrazo y unas carcajadas, jajaj. Gracias, amigo, por tu propuesta. Feliz comienzo de otoño o primavera o lo que sea; siempre hay que celebrar.
ResponderExcluirQue belo conto ,Toninho! Se Bernadete tivesse ficado amuada, esbrebejndo, reclamando de tudo nem teria ganho o delicioso bolo, muito menos, o abraço que lhe alegrou o dia! Tudo tem e pode ter os dois lados.Ver o da alegria ,rir das "desgraças" faz bem! Prefiro sempre! abração, lindo dia ! Feliz Primavera! chica
ResponderExcluirAmigo Toninho, bom dia de paz!
ResponderExcluirHá males que vêm para nosso bem.
Nada como um dia após o outro.
A vida é tal e qual seu conto.
Tenha dias abençoados!
Abraços fraternos
Bom dia meu querido amigo Toninho. Espero que esteja tudo bem com você e seus familiares, uma excelente manhã de quarta-feira e um grande abraço do seu amigo carioca. Obrigado por dividir, seu conto, com seis amigos do Blogger.
ResponderExcluirUm conto muito bem escrito que gera no leitor uma sensação leve e serena deixando-o bem disposto e com vontade de enfrentar os contra tempos ocassionais da vida.
ResponderExcluirCumprimentos!
Sacar el lado positivo con una tormenta donde nada sale bien, es algo casi imposible pero posible...
ResponderExcluirUn saludo de Buscador
Claro por eso aquí decimos eso de; - ¡Al mal tiempo. Buena cara..!
ResponderExcluirSalud.
Eva Green é a garota da foto? Só por curiosidade.
ResponderExcluirA história cumpre o que promete. Um dia marcado pelos erros comuns das previsões meteorológicas.
Além disso, um momento desajeitado, como a torrada caindo do lado errado.
E ela passou de uma cara de panda triste para uma cara de panda sorridente.
E encontrou compreensão em outra pessoa, com aquele bolo inesperado sendo um consolo bem-vindo.
Muito bem contada.