Mel de
cor ímpar...” (Trem das cores) Caetano Veloso
A cor laranja nos diz sobre alegria, vitalidade,
criatividade, prosperidade e sucesso.
É uma cor quente das misturas do vermelho e amarelo. Está associada à criatividade, pois o seu uso desperta a
mente e auxilia no processo de assimilação de novas ideias.
Assim hoje vamos homenagear a amiga Xunandinha brincando com a cor laranja. Visite-a e deixe um carinho e incentivo a continuar: conversascomxunandinha
Botando a cabeça para
funcionar é a BC da Chica nos dias 5, 15 e 25 de cada mês onde uma imagem é oferecida para livre manifestação e inspiração. Conheça e participe neste agitar dos neurônios. Abaixo minha participação e vamos ler os outros amigos e deixar uma frase, um pensamento lá no chicabrincadepoesia
O homem precisa, aprender a
respeitar as leis principalmente as de transito. Torna-se evidente a falta de
consciência e educação diante as várias infrações cometidas. Sempre com desculpas
esfarrapadas. O tempo tem sido uma destas, agem como se fossem bombeiros em
ação, onde a pressa é até aceitável, mas mesmo nesta precisa ser consciente.
Isto faz lembrar a morte de uma colega
(Déa Lucia) de escola no tempo de ginasial, quando em ação para combater um
incêndio num casarão público, o velho caminhão de bombeiro trafegava em contramão,
perdeu o freio e acabou causando sério acidente e neste a colega que andava
pela calçada, acabou sendo esmagada junto ao paredão.
É comum ver pelas ruas cachorros em
travessia consciente, embora muitos como humanos se arriscam e são atropelados
indo a óbitos. Mas tenho visto cães que pacientemente esperam o sinal fechar
para os veículos e observando os pedestres, fazem a travessia segura. Creio que
muitos dos cães se arriscam, por ver pedestres em correria contra o fluxo de veículo.
Olho para a imagem e vejo, o quanto
eles estão a ensinar, ainda que o ser humano não tenha olhos para captar a
mensagem silenciosa, que os animais nos passam, seja prudência, calma, união e
até de solidariedade, como um caso, que um cão é atropelado e os amigos dele
não fogem assustados, ficam em volta, tentando o arrastar para o meio fio, cena
que comove e leva à várias reflexões.
Precisamos saber nosso papel no
mundo em sintonia com os três reinos da natureza. Os animais de inteligência um
pouco avançada, nos copiam em ações e assim temos uma responsabilidade em fazer
o certo independentemente de onde estamos e como estamos.
Desacelere homem e veja quanta
calma, um animal lhe passa e veja, como eles muitas vezes fazem exatamente como
fazemos e o fazem por nos observar. Quando for atravessar uma rua, lembre-se de
o fazer com segurança e inclusive ajudar a orientar os menos conscientes e ou
com dificuldade de locomoção e assim estender seu olhar para os animais,
principalmente os cães pelas ruas das grandes cidades. Saber que nosso ato pode
salvar vidas, é tudo que se espera de uma pessoa cidadã.
Hoje uma participação no projeto coletivo de Poetizando e
encantando da professora Lourdes com o único fim de espalhar poesias e fazer amigos pela blogosfera, aqui encontra outros amigos filosofandonavidaproflourdes
Botando a cabeça para
funcionar é um projeto da nossa querida amiga Chica para dar uma sacudidela nos nossos neurônios nos dias 5,15 e 25 de cada mês. Confira e participe chicabrincadepoesia vamos lá para a figura de hoje.
Participação no projeto da BC_Poetizando e encantando da professora Lourdes com o objetivo de espalhar poesias pela blogosfera e sem fins de concurso. Conheça e participe aqui: filosofandonavidaproflourdes minha escolha de imagem e inspiração..
Poetizando
e encantando em sua 85ª edição nos convida com suas belas imagens inspiradoras e não poderia ficar de fora e você? Vamos lá participar e ler nossos amigos com suas belas construções aqui filosofandonavidaproflourdes incentivar a poesia é a arte da professora Lourdes num processo sem concorrência.Confira.
“Na primeira noite eles se aproximam roubam uma flor do nosso jardim. E não dizemos nada. Na segunda noite, já não se escondem: Pisam as flores,
matam nosso cão, e não dizemos nada. Até que um dia, o
mais frágil deles entra sozinho em nossa casa, rouba-nos a luz, e,
conhecendo nosso medo, arranca-nos a voz da garganta. E já não podemos
dizer nada. ” (Eduardo Alves)
Botando a cabeça para
funcionar é nossa BC de hoje, um projeto da Chica com seu neto Neno todos os dias 5,15 e 25, para uma imagem e inspiração livre, até mesmo uma frase ou pensamento. Confira e participe aqui chicabrincadepoesia
Dizem
que vivemos num mundo cão, uma triste analogia para os dóceis animais na sua
maioria. Mas pode ser também, visto por outro lado, ou seja, a vida ruim que
muitos deles levam pelas cidades, com sérios maus tratos e todos os tipos de
violências, inclusive a maior delas, que é o abandono pelo próprio dono, quando
este já não atende à suas necessidades de vigilância ou por estar acometido de
uma grave doença.
A
inviolabilidade de nossa privacidade faz tempo, deixou de ser uma marca
registrada, em todos os campos ela se mostra cada dia mais vulnerável, seja na
propriedade, ou na sua vida pessoal com os avanços das tecnologias da
informação, inclusive por órgãos que deveriam cuidar desta, ou seja, nossa vida
é passou a ser um livro aberto numa praça pública.
Viver
no mundo cão. Só nos resta é saber qual das duas vidas cão.
Morávamos
em casas com jardins, quintais e todos os tipos de animais numa bela interação/educação
com toda a natureza, desde os primeiros anos da infância e assim aprendíamos a
amar os animais e os elementos da natureza, os cães tinha vida boa, de amor e de
liberdade e ali exerciam uma atividade de vigilância principalmente noturna. É
certo que alguns muitas vezes transgrediam a relação com suas mordidas pela
vizinhança, nestes casos estes mais ferozes eram mantidos em correntes, mas com
circulação livre nos limites da casa.
O
tempo girou, o medo cresceu, o homem se perdeu e veio a violação da liberdade e
do direito de ir e vir ficou restrito, foi retirado de nossos direitos
primórdios. Assim nos enjaulamos em cubículos amontoados pelas cidades. Os que
se arriscam em reviver o tempo de morar em casa, logo pensa no velho amigo cão
e os busca como um guarda para sua propriedade. Assim vive-se com o mínimo de
segurança, que ainda assim é sempre violada pelo bicho homem, desalmado, cada
vez mais ousado e assim matam estes cães com seus venenos e ou mesmo com suas
maquinas de tiros e adentram a propriedade para o requinte de terror.
Inviolabilidade
perdida, cão adormecido para a eternidade, a criança que apegada chora a falta
do cão e a volta aos cubículos de cimento e aço em andares cada vez mais altos,
é a única saída na falsa ideia de segurança, pois a violência nos espreita em
cada canto, em cada esquina e o pobre cão se limita a lugares restritos como alguns
raros passeios pelas calçadas, praias e áreas dos condomínios.
Vida
de cão confinado em meio ás gentes de olhares assustados reprimidos pelos
olhares, que espiam e arrepiam cada dia mais na cidade.